DIREITO PREVIDENCIÁRIO
Advogado previdenciário no Agreste
Atendo moradores de Garanhuns, Capoeiras, Caetés, São Bento do Una e de toda a região em pedidos e recursos no INSS. Tudo on-line: você manda os documentos pelo WhatsApp e acompanha o caso sem sair de casa.
Benefícios em que atuo
Aposentadoria rural: para quem trabalhou na roça, como pequeno agricultor, meeiro ou parceiro.
Salário-maternidade: para mães rurais, autônomas ou desempregadas.
BPC/LOAS: um salário mínimo por mês para idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda.
Pensão por morte: para a família de quem faleceu.
Auxílio por incapacidade: o antigo auxílio-doença, inclusive quando a perícia nega ou o benefício é cortado.
Aposentadoria por invalidez: para quem não tem mais condição de voltar a trabalhar.
Por que tanto pedido rural é negado na região
A maior parte dos pedidos negados que chegam até mim tem o mesmo problema: falta prova do trabalho na roça. O INSS pede documentos do período, e muita gente trabalhou a vida inteira sem nada no próprio nome. A terra era do pai, o acordo com o dono era de boca, a nota da feira se perdeu.
Os outros motivos que mais aparecem por aqui:
Documentos só no nome do marido ou do pai. Podem servir para a esposa e os filhos, mas o INSS costuma recusar de saída. Na Justiça, é preciso mostrar que o trabalho era da família inteira.
Um vínculo urbano no CNIS. Um contrato curto numa fábrica, na prefeitura ou numa obra, às vezes de anos atrás, faz o INSS concluir que a pessoa deixou a roça. Nem sempre é assim, e dá para explicar.
Cadastro Único desatualizado. No BPC/LOAS, a renda da família é calculada pelo CadÚnico. Um filho que saiu de casa e continua lá dentro pode derrubar o pedido.
Perícia que não olhou para o trabalho. No auxílio por incapacidade, o perito avalia se a pessoa consegue trabalhar. Para quem vive de enxada e de carregar peso, a mesma doença pesa muito mais do que para quem trabalha sentado.
As provas rurais que mais funcionam no Agreste
Nenhum documento resolve sozinho. Cada um cobre um pedaço do tempo, e o trabalho é encaixar um no outro até fechar o período exigido. Os que mais ajudam aqui na região:
Autodeclaração do segurado especial, preenchida com cuidado e conferida com os outros documentos
CAF (a antiga DAP), usada no Pronaf e em outros programas da agricultura familiar
Comprovantes de adesão ao Garantia-Safra
Ficha de filiação ao sindicato rural e recibos de mensalidade
Notas de venda da produção, bloco de produtor rural, ITR ou CCIR da terra
Certidões de casamento ou de nascimento dos filhos com a profissão de agricultor
Ficha do posto de saúde ou matrícula escolar dos filhos que indique a profissão
Um detalhe que pega muita gente: desde 2019, a declaração do sindicato sozinha deixou de valer como prova. A ficha de filiação e os recibos ainda ajudam, mas precisam vir junto com outros documentos.
Como o processo anda aqui na região
Primeiro vem o pedido no INSS, feito pelo Meu INSS. Se for negado, dá para recorrer no próprio INSS em até 30 dias ou entrar direto na Justiça. Boa parte das ações previdenciárias da região tramita na Subseção da Justiça Federal em Garanhuns, quase sempre no Juizado Especial Federal, que cuida das causas de até 60 salários mínimos.
Nas ações de aposentadoria rural, normalmente há audiência com testemunhas: vizinhos, antigos patrões ou gente que trabalhou junto na roça. Nas de benefício por incapacidade, há perícia médica marcada pela Justiça. Eu explico antes como cada uma funciona e o que levar.
Como funciona o atendimento on-line
Você me chama no WhatsApp e conta a sua situação.
Eu peço os documentos e digo, antes de qualquer coisa, se vale a pena entrar com o pedido.
Faço o pedido ou o recurso no INSS e, se for preciso, entro com a ação na Justiça Federal.
Você recebe cada andamento pelo WhatsApp, sem precisar ligar para saber como está.
Cidades atendidas
Garanhuns, Capoeiras, Caetés, São Bento do Una e as demais cidades do Agreste de Pernambuco. Quem mora fora da região também é atendido, porque todo o processo é feito on-line.
Perguntas frequentes
Preciso ir até um escritório?
Não. O atendimento é on-line, pelo WhatsApp e por videochamada quando for necessário.
O INSS negou meu pedido. Ainda dá para fazer alguma coisa?
Na maioria dos casos, sim. Dá para recorrer no próprio INSS em até 30 dias ou entrar com ação na Justiça. O que muda é qual caminho faz mais sentido no seu caso.
Quanto tempo demora?
Depende do benefício e do caminho escolhido. Depois de ver os documentos, eu passo uma estimativa realista.
Não tenho quase nenhum documento. Vale a pena tentar?
Vale conversar. Muita gente acha que não tem nada e, quando a gente procura, aparece certidão, ficha de sindicato ou cadastro de programa do governo. Se mesmo assim não houver base, eu digo com franqueza.
Escrito por Mayk Raul, advogado (OAB/PE 63.153). Atualizado em novembro de 2026.
Quer que eu analise o seu caso?
Mande uma mensagem pelo WhatsApp contando a sua situação. Eu mesmo leio e respondo, em dias úteis, das 8h às 18h. Atendimento on-line para todo o Brasil e o exterior.
Veja também: BPC/LOAS · Salário-Maternidade · Pensão por Morte · Auxílio por Incapacidade · Aposentadoria por Invalidez


